8 Mitos e Verdades Sobre Cremação

Com opções cada vez mais acessíveis, a busca pela cremação aumentou no Brasil nos últimos anos, apesar de existir um grande tabu sobre o tema. Hoje, falamos dos mitos e verdades sobre cremação.

Só para você ter uma ideia, segundo dados do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep), cerca de 8% a 9% dos corpos são cremados no país.

Isso corresponde a 19,3 milhões de pessoas que optaram pela cremação, sabendo que no Brasil existem cerca de 215 milhões de habitantes em 2022.

Apesar dos milhões de brasileiros que escolheram essa prática, ela ainda é um serviço pouco procurado quando comparado ao tipo mais comum de enterro no Brasil, o sepultamento.

Isso é reflexo dos mitos criados sobre a cremação, além do mau hábito de não conversar e se preparar para a morte.

Por isso, você vai conferir neste artigo 8 mitos e verdades para desmistificar a cremação e perceber que trata-se de uma prática bastante comum e com muito significado. Boa leitura!

7 mitos e verdades sobre a cremação que você precisa conhecer

1. A cremação é um serviço muito caro

Mito. Esse é o principal mito a respeito da cremação. Durante muitos anos, principalmente no começo do serviço, ele era, sim, mais caro do que os demais.

Entretanto, os valores iniciais da cremação e do sepultamento são equiparados hoje em dia, inclusive ser cremado se torna um serviço mais barato a longo prazo.

Isso acontece porque os valores de manutenção do túmulo e das taxas de cemitérios, por exemplo, devem ser considerados a longo prazo para quem opta pelo sepultamento.

As cinzas do falecido são depositadas em uma urna cinerária e a família não possui gastos com manutenções.

2. Se o corpo for cremado, não haverá velório

Mito. Muitas pessoas acreditam que o corpo deve ser cremado logo após a morte, impedindo a realização de um velório, o que não é verdade.

Antes do corpo do ente querido ser levado para a câmara fria e ser preparado para o processo de cremação, os familiares e amigos podem organizar um velório para o ente querido.

Afinal, esse é um momento muito importante para que todos possam se despedir do falecido e possam prestar suas homenagens, respeitando todo o legado do falecido.

Em resumo, o velório na cremação é igual ao de uma pessoa que deseja ter o seu corpo sepultado.

3. Cristãos não podem ser cremados

Mito. Ainda existe muita desinformação quando o assunto é morte associada a alguma religião. Quando falamos de mitos e verdades sobre cremação, certamente este é um dos mais comuns.

A cremação é uma prática aceita pela Igreja Católica desde 1963. Outras religiões comuns no Brasil também aceitam a cremação, como o protestantismo e espiritismo (desde que haja um tempo prolongado de espera entre o óbito e a cremação). Já o judaísmo, candomblé e islamismo condenam a prática.

Este tópico é bastante extenso e inclui seus mitos particulares, como, por exemplo, de que a cremação impediria a ressurreição do fiel no dia do juízo final. Esta ideia é rechaçada pela grande maioria dos estudiosos da Bíblia. Se você se interessa pela relação entre fé e cremação, você não pode deixar de conferir nosso artigo sobre este tema. É só clicar no botão abaixo.

4. É preciso que a família autorize o processo de cremação

Verdade. Se o indivíduo tiver falecido por morte natural, é necessário que três familiares de primeiro grau (cônjuges, pai, mãe e filhos) assinem uma autorização para realizar a cremação.

Para garantir que desejo em vida do falecido seja respeitado, o mesmo pode dirigir-se a um cartório e realizar a sua declaração de vontade. Assim, há um documento oficial que manifeste o seu desejo, evitando que familiares tenham dificuldades para realizar o serviço no futuro.

5. Quem tem marca-passo, próteses ou pinos não pode ser cremado

Mito. Entretanto, existe uma preparação do corpo. Neste passo há remoção de marca-passo, próteses, pinos e qualquer outro tipo de dispositivo inorgânico.

Isso é necessário porque o corpo é submetido a altas temperaturas durante o processo de cremação. Isto pode fazer com que esses aparelhos causem pequenas explosões, além de contaminar as cinzas do falecido.

Portanto, a família precisa declarar a existência desses objetos e notificar o crematório responsável.

6. Dependendo da causa da morte a pessoa não pode ser cremada 

Verdade. Mortes violentas ou que por qualquer motivo levem à abertura de uma investigação policial impedem, legalmente, a realização da cremação. 

Nos casos de morte violenta (suicídio, homicídio doloso ou culposo, desastre etc), há necessidade de apresentar uma declaração autorizada por uma autoridade judiciária para que a cremação possa ser realizada, de acordo com a Lei de Registros Públicos (Lei n. 6.015 /73).

A opção pela cremação também pode ser impedida por outros fatores legais, como uma investigação de paternidade em andamento – ou, neste caso, uma parte interessada pode exigir uma coleta de DNA antes da cremação. O próprio falecido ser parte de alguma investigação criminal anterior ao óbito também pode ser um impeditivo.

8. Os familiares assistem à cremação

Depende. É provável que você já tenha visto em algum filme a cena em que os familiares da pessoa falecida assistem à cremação, inclusive ao momento em que a urna (caixão) adentra o forno. Na prática, isso nem sempre é possível.

Pela lei brasileira, os crematórios não são obrigados a oferecer essa possibilidade e, em alguns casos, não o fazem por não terem a estrutura para garantir a segurança deste processo. Outros, no entanto, permitem que os familiares autorizados acompanhem.

Todavia, mesmo que este seja o caso, vale a pena pensar bem sobre essa decisão, já que para muitas pessoas pode ser um momento excessivamente delicada e doloroso.

7. Planos funerários não cobrem cremação

Mito. Agora que você conferiu alguns mitos e verdades sobre a cremação, deve estar se perguntando sobre os valores do serviço, certo? Falaremos sobre isso agora.

Sem um plano funerário, o valor de uma cremação no Brasil fica em torno de R$ 2.500, em média, para uma cerimônia simples.

Dentre os motivos que fazem o preço variar referente à cremação, podemos citar: serviço funerário, caixão, velório, traslado do corpo e outros diferenciais que forem exigidos para a despedida do falecido.

Os custos de uma cremação variam para quem tem um plano funerário e para quem não tem, isso porque o plano cobre diversos serviços que envolvem a despedida do falecido.

Um plano funerário cobre os valores referentes a praticamente todos os serviços de um funeral, desde a preparação do corpo até a despedida.

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Esperamos que você tenha gostado deste artigo com mitos e verdades sobre cremação. Para quem deseja proporcionar o melhor bem-estar e segurança para a família, com o melhor custo-benefício do país, conte com o Grupo Zelo.

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